Exposição de...
Idealização do Projeto
O fruto da união...
Arte Criação e Direção


Projeto Biolumini para "O perfume"...
Arte & Performances
Combinam habilidades em equipamentos e acessórios de fogo, luz (multicores) e flúor (dark light) dos mais variados estilos e de grande impacto visual. Ministram oficinas de diversos malabares: 3 a 7 bolas, 3 a 5 claves, bastão simples e duplo, devil stick simples e duplo, diabolô, contato e poi (swing).
Tem o apoio do chileno Pedro Ramirez - PGY Malabares, que além de integrante, foi há mais de 12 anos um dos precursores na fabricação de malabares no Brasil.
Apresentaram-se nos mais variados eventos e nas maiores festas e festivais de música eletrônica do Brasil como Respect, Tribe & Psychogarden, Kaballah, Skol Beats, Earth Dance, Cachoeira Alta, Solaris Festival, Universo Paralelo 2005, 2006, 2007, 2008 entre outros.
Projeto Salamandra para "O perfume"...
performance do projeto salamandra para "O perfume da flor de plástico"

* Texto retirado da internet de uma entrevista com Adriane Gomes, idealizadora do Projeto Salamndra.
O Projeto Salamandra chega ao público na forma de intervenções artísticas: usamos a dança, as instalações, projeção e mídia, e happening para nós a base é a experimentação (life art).
Os temas abordados variam por projeto, a pesquisa ou desejo de conhecimento, é aquilo ao qual vamos falar naquele momento, tratar das urgências, do momento em que vivemos, ou mesmo falar de ritos de passagem, ou mergulhar nos conhecimentos da dança sagrada, na sintonia com nossos sentidos, “mudar a vibe”, transcender, acreditamos no mundo ancestral, nos seres fantásticos. Uma de nossas pesquisas é o conhecimento das cores e das flores, assim, existe o núcleo dos Seres das Terras Baixas, as Fadas, Gnomos, elfos, duendes.
A proposta é a performance de cada um que representa aqueles ancestrais, que distribuem flores e frutas durante a apresentação, a cultura brasileira que é representada por orixás e por indígenas que tocam instrumentos sagrados, a cultura indiana - que é representado por deidades.
Existem também criações como O BIXO que é uma performance da artista Adriane Gomes junto com um grupo multimidiático experimental do Projeto Salamandra.
Outras performances como mel onde é feito um trabalho de cura e de abertura de limpeza da alma, a japonesa, onde temos um vídeo no you tube produzindo na EARTHDANCE – São Paulo, são trabalhos realizados em 2007.
Tendo como inspiração Lygia Clark, Hélio Oiticica e Matthew Barney o grupo interage com a platéia atuante, de modo que se cria uma grande interação artista/público gerando uma aura mística, com muita alegria, onde todos dançam (entusiasmo) com a mesma energia proporcionando um ritual onde várias tribos se encontram numa grande roda e todos juntos celebram o incrível momento.
O conceito do Projeto Salamandra é gerado por um coletivo de profissionais do meio artístico e estudantes de artes e comunicação de várias universidades, sendo que o foco principal é a PUC-SP onde realizamos trabalhos acadêmicos e apresentações em classe. O grupo apresenta-se em festivais de música eletrônicas como TRIBE, RESPECT, EARTHDANCE, em casa noturna como THE WEEK e em espaços culturais como o GAG (Grupo de Arte Global).
“Alegria e entusiasmo, podem curar no corpo, porque nosso corpo é nossa alma.”
Francisco Hurtado...
fotografia en minuscula y sin acentos
click no link acima para ir à página do fotógrafoLi e chorei
Eu escrevi um poema triste
mas cheio de flores
e de perfume de certas dores
que me fazem chorar e sorrir.
Perdido, nele me achei
mas se ele falava de alguém,
juro, nem sei,
ou de certos amores vividos.
Li alegre este poema
com um olhar dado ao tempo,
abraçado
Lindos
Eu não escrevi este poema,
foi minha mão quem o fez
vindo d´algum coração triste
e se assim fora, não sei,
mas o mais importante é que o li
e chorei.
Autor desconhecido
“Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio ou
flecha de cravos que propagam o fogo: te amo como se
amam certas coisas escuras, secretamente, entre a
sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e leva dentro de
si, escondida, a luz daquelas flores, e graças a teu
amor vive escuro em meu corpo o estreitado aroma que
subiu da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem de onde, te amo
diretamente, sem problemas nem orgulho: assim te amo
porque não sei amar de outra maneira,
a não ser deste modo em que não sou nem és, tão perto
que tua mão sobre o meu peito é minha, tão perto que
se fecham teus olhos com meu sono”.
Pablo Neruda
"Por ti junto aos jardins cheios de flores novas me
doem os perfumes da primavera.
Esqueci o teu rosto, não me lembro de tuas mãos, como
beijavam os teus lábios?
Por ti amo as brancas estátuas adormecidas nos
parques, as brancas estátuas que não tem voz nem
olhar.
Esqueci tua voz, tua voz alegre, me esqueci dos teus
olhos.
Como uma flor a seu perfume, estou atado à tua
lembrança imprecisa. Estou perto da dor como uma
ferida, se ma tocas me farás um dano irremediável.
Não me lembro mais do teu amor e, no entanto te
adivinho atrás de todas as janelas.
Por ti me doem os pesados perfumes de estio:
por ti volto a espreitar os signos que precipitam os
desejos, as estrelas em fuga, os objetos que caem.”
Pablo Neruda
O ar gelado invade meus pulmões
por toda a eternidade
balões, inflados pela liberdade
As sombras das saudades do futuro
se lançam contra o muro acolchoado
sem (absurdo!) ruído
Encanto-me com as imagens do mercado
Espadas e chips lado a lado
vendidos por judeus de olhos puxados
A mente trabalha facilmente
alimentada pelo caleidoscópio de templos
(Amo os belos e os não tão belos assim)
Defronte à fogueira megascreen
estórias antiqüíssimas são contadas
(imaginadas só pra mim)
E o soluço e o sorriso da morena-curumim
convidam a um abraço
sem fim
Eduardo Lang
A rosa em botão
Da rosa vinda há milênios
Só se nota o botão
Abriu-se e fechou muitas vezes
Sem deixar de ser botão
Se leva leve pétala
Na pele em flor
Olhar de negro mar
Quer saber
Como rosa veio a ser
Da chaga aberta em batismo
Avisto fogo dentro do fogo
Espinhos não vejo, se os há são
Por dentro (para não ferir a mão
que à rosa toca)
Como vem a rosa vai
Esvai-se líquida entre lá e cá
O tremor dentro do tempo
Grata vida que vibra
Sístole-diástole do coração das coisas
Eduardo Lang
musicalidade...
“Por ti junto aos jardins cheios de flores novas me doem os perfumes da primavera...” Neruda.
Mostra fotográfica
O plástico.
O mal, do mal.
O real, o material.
Do lodo, do podre.
Necessário.
Transformação.
Ao renascimento.
Real.
A essência.
Da cor, beleza.
Vida!
Referência a não preservação.
Manifestação.
Da veracidade.



