O ar gelado invade meus pulmões
por toda a eternidade
balões, inflados pela liberdade
As sombras das saudades do futuro
se lançam contra o muro acolchoado
sem (absurdo!) ruído
Encanto-me com as imagens do mercado
Espadas e chips lado a lado
vendidos por judeus de olhos puxados
A mente trabalha facilmente
alimentada pelo caleidoscópio de templos
(Amo os belos e os não tão belos assim)
Defronte à fogueira megascreen
estórias antiqüíssimas são contadas
(imaginadas só pra mim)
E o soluço e o sorriso da morena-curumim
convidam a um abraço
sem fim
Eduardo Lang
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